Sobre
Quem escreve estas linhas
Há por trás destas palavras alguém que é filho, esposo, pai.
Um homem comum, moldado pelos dias difíceis e pelos silêncios que só quem sente, entende.
Já caiu, sim. Algumas vezes de forma feia, outras em silêncio.
Mas nunca permaneceu no chão.
Não por orgulho, mas por consciência:
Há olhos que o observam, corações que dependem de seu exemplo, mesmo quando ele próprio se sente despedaçado.
Mas nunca permaneceu no chão.
Não por orgulho, mas por consciência:
Há olhos que o observam, corações que dependem de seu exemplo, mesmo quando ele próprio se sente despedaçado.
Carrega culpas, como qualquer um que já errou tentando acertar.
Mas aprendeu — e ainda aprende — que reconhecer as próprias falhas não é fraqueza.
É coragem.
Mas aprendeu — e ainda aprende — que reconhecer as próprias falhas não é fraqueza.
É coragem.
Hoje, caminha com a alma atenta.
Enxerga, ao longe, o beiral do abismo onde tudo se finda — e é justamente essa percepção que o fez querer deixar algo antes de partir.
Enxerga, ao longe, o beiral do abismo onde tudo se finda — e é justamente essa percepção que o fez querer deixar algo antes de partir.
Não heranças, mas sinais.
Não títulos, mas testemunhos.
Não respostas, mas reflexões.
Não títulos, mas testemunhos.
Não respostas, mas reflexões.
Escreve, porque sente.
E compartilha, porque sabe:
enquanto ainda somos, é tempo de ser inteiro.
E compartilha, porque sabe:
enquanto ainda somos, é tempo de ser inteiro.